Inchaço, dor e desproporção corporal? Pode ser lipedema!

Lipedema é uma doença crônica, inflamatória e progressiva, compromete a mobilidade, autoestima e qualidade de vida. Ainda assim, muitos pacientes sofrem calados — ou pior, são tratados com descaso e desprezo.

• Profissionais despreparados minimizam os sintomas da doença, atrasando o diagnóstico.
Muitos planos de saúde ainda tentam esconder que esse tratamento é um direito.
Muitos pacientes desistem da busca por justiça no primeiro “não”.

Sem o tratamento adequado o lipedema se agrava!

  • Fase 1: aumento discreto do volume das pernas, com sensibilidade ao toque;

  • Fase 2: formação de nódulos de gordura, inchaço persistente, dor ao final do dia;

  • Fase 3: deformidades visíveis, dificuldade de locomoção, impacto direto na qualidade de vida;

  • Fase 4 (lipolinfedema): acúmulo de linfa, infecções recorrentes, comprometimento grave da circulação.

O Plano de Saúde Deve Cobrir o Tratamento?

Lipedema é uma doença reconhecida pela OMS e os procedimentos necessários para sua contenção devem ser 100% custeados pelo plano de saúde — inclusive os cirúrgicos! Se você recebeu um diagnóstico médico que aponta a condição, você merece receber o tratamento adequado.

Isso porque a Lei dos Planos de Saúde (Lei nº 9.656/98, art. 10, §4º) obriga a cobertura de procedimentos indispensáveis para a saúde, mesmo que não estejam presentes no rol da ANS ou nas diretrizes do plano. Negar esse direito é contrariar a lei.

O acesso ao tratamento nunca deve ser um obstáculo

Se o médico prescreveu, o plano tem que cobrir!

Com prescrição médica e laudo bem fundamentado, o plano de saúde não pode se recusar a cobrir nenhuma etapa do tratamento!

Lipoaspiração reparadora dos membros afetados  é parte essencial do tratamento do lipedema. O plano não pode alegar finalidade estética.

Acompanhamento com cirurgião plástico, vascular e angiologista  fazem parte do tratamento da doença — não podem ser cobrados à parte.

Exames como linfocintilografia, ultrassom e ressonância, além de malhas compressivas e fisioterapia, são parte do tratamento.

O Que Fazer Quando o Plano de Saúde Nega o Tratamento?

A negativa de cobertura de terapias essenciais para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é mais comum do que deveria. Mesmo com leis claras que garantem esse direito, muitos planos ainda criam barreiras. Mas a verdade é: você tem respaldo legal para exigir esse tratamento!

ENCONTRE UM ADVOGADO DE CONFIANÇA

Um advogado especializado em saúde deve analisar a negativa e orientar, com segurança, os caminhos possíveis para garantir o tratamento.

ABRA UMA AÇÃO COM PEDIDO DE LIMINAR

É possível acionar a Justiça e solicitar uma decisão que obrigue o plano a custear o tratamento desde início do processo, até mesmo reembolsos.

BUSQUE A COBERTURA INTEGRAL DO TRATAMENTO

Com a liminar ou sentença favorável, o plano deve ser obrigado a cobrir todos os procedimentos indicados pelo médico — sem qualquer limitação injusta.

Por Que Vale a Pena Lutar Pelo Direito ao Tratamento?

Ir atrás desses direitos pode parecer desgastante, porém:

Diversas decisões judiciais têm garantido a cobertura integral da lipoaspiração e das cirurgias plásticas reparadoras, mesmo quando os planos tentam impor limitações.

Além disso, se você arcou com despesas por conta própria, é possível buscar o reembolso desses valores.

Em casos de negativa indevida e recorrente, o Judiciário pode até reconhecer o direito à indenização por danos morais.

Mesmo quando o plano diz não, a lei pode dizer sim. Não deixei de buscar seus Direitos!

arantes arimura advocacia

CNPJ: 33.373.103/0001-56 | RAZÃO SOCIAL: Raphaella Arantes Arimura Sociedade Individual de Advocacia

SEDE: R. Padre Estevão Pernet, 718 – Sala 704 – Tatuapé, São Paulo – SP, 03315-000

Todos os direitos reservados – Arantes Arimura Advocacia

Whatsapp
Arantes Arimura Advocacia
Preencha as informações para falar com um especialista